Durante os eventos realizados em Pequim, a equipa do IPIM reuniu-se com mais de 20 empresas e instituições de capital de risco, com o objetivo de impulsionar a captação de investimentos e incentivar o estabelecimento de negócios em Macau, promovendo o desenvolvimento diversificado das suas indústrias.
No decorrer da visita, o IPIM contatou empresas dos setores da saúde integrada, tecnologia de ponta e restauração, divulgando as vantagens do ambiente de negócios de Macau e o seu papel como elo de ligação estratégico com os países de língua portuguesa.
Entre os potenciais investidores destacam-se empresas de fabricação automóvel, classificadas entre as 500 maiores do mundo, e grupos reconhecidos no setor da inteligência artificial na China, que manifestaram interesse em explorar Macau como plataforma para a venda direta ou cooperativa dos seus produtos. Estes grupos pretendem ainda expandir os seus negócios para a Grande Baía e os mercados lusófonos, aproveitando as oportunidades oferecidas pelo território.
Adicionalmente, um prestigiado grupo de restauração de Pequim, conhecido pela sua culinária inovadora e de alta qualidade, planeia abrir a sua primeira loja em Macau, beneficiando do estatuto de “Cidade Criativa da Gastronomia” para desenvolver progressivamente atividades no exterior. Este investimento será apoiado pelo “Serviço One Stop ao Investidor” disponibilizado pelo IPIM, que facilita todo o processo de estabelecimento no território.
Através das visitas a instituições de capital de risco locais, o IPIM aprofundou projetos de cooperação, com planos para realizar seminários destinados a atrair empresas dos setores da saúde integrada e tecnologia. O instituto pretende continuar a ampliar a sua rede comercial no mercado do Interior da China, promovendo um serviço eficiente e personalizado aos investidores.
Com estas iniciativas, o IPIM reforça o compromisso de atrair empresas de alta qualidade para Macau, apoiando a diversificação económica e posicionando o território como plataforma estratégica para a ligação entre a China Interior e os mercados de língua portuguesa.
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