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Administração Trump analisa capital chinês na EDP. Mexia diz que os EUA precisam da EDP nas renováveis

Administração Trump analisa capital chinês na EDP. Mexia diz que os EUA precisam da EDP nas renováveis
Publicado em 26 Fevereiro, 2020
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Depois do secretário norte-americano da Energia, Dan Brouillette, ter dito durante uma visita recente a Portugal que a Administração do Presidente Donald Trump está preocupada e vai analisar o investimento chinês na EDP pela China Three Gorges, sobretudo na EDP Renováveis, o CEO da elétrica António Mexia disse esta quinta-feira na apresentação dos resultados de 2019 que não só os Estados Unidos são um mercado importante para a empresa, mas “a EDP também é um player importante nos EUA” e “importante para as renováveis” do outro lado do Atlântico.

“Os EUA são importantes para a EDP, mas a EDP também é importante para o desenvolvimento das renováveis nos EUA. Isso é reconhecido e apreciado por todos. Já investimos mais de 10 mil milhões de euros no país e estão criadas as condições para que o nosso investimento não seja perdido. É prioritário manter a posição nos EUA, até porque dos 3000 MW que contratámos em 2019, 50% foram nesse mercado. Estamos atentos a todas as nossas obrigações em cumprimento da regulação. Mas estamos confiantes que o nosso crescimento nesta plataforma prioritária não será afetado”, disse Mexia.

De passagem por Portugal, na semana passada, o secretário da Energia dos Estados Unidos, Dan Brouillette, reconheceu que a Administração do presidente norte-americano Donald Trump está a olhar com bastante preocupação para a presença do acionista chinês China Three Gorges na estrutura de capital da EDP, tendo em conta o crescimento da elétrica portuguesa no mercado norte-americano, sobretudo ao nível das energias renováveis.

“É uma empresa fantástica. A preocupação é de que à medida que a EDP continua a crescer nos Estados Unidos, o que esperamos que aconteça, a presença de um acionista chinês possa trazer problemas à medida que o crescimento continue. É isso que vamos avaliar muito diretamente”, garantiu o secretário de Estado da Energia de Trump aos jornalistas em Lisboa, um dia depois de ter visitado o Porto de Sines e ter confirmado o interesse dos Estados Unidos em exportarem gás para a Europa, via Portugal.

O responsável pela Energia no Governo de Trump não esconde também o desejo de ver mais capital americano na EDP, para contrabalançar a presença chinesa. “Espero que as empresas americanas invistam na EDP. São líderes na indústria das renováveis. Queremos vê-los tornaram-se uma parte ainda maior do mercado americano. A estratégia energética do Presidente Trump baseia-se em vários cenários, que incluem não só os combustíveis fósseis, como o petróleo e o gás natural, mas também as energias solar e eólica, onde a EDP é uma grande empresa.

No que diz respeito ao investimento chinês na EDP, de facto surge como um problema para nós nos EUA, tendo em conta a abordagem dos chineses em relação ao roubo de propriedade intelectual. Sabemos bem disso, outras nações também sabem, e as minhas conversas aqui em Portugal refletem e reconhecem isso, que os chineses têm sido muito agressivos no roubo de propriedade intelectual, até ao ponto de isso constituir um risco para a rede elétrica americana ou para a defensa nacional. Vamos abordar essas questões de forma direta e agressiva”, disse Brouillett.

Questionado sobre se o Governo Trump tinha ficado aliviado com a rejeição da OPA chinesa à EDP, em 2019, o responsável do Executivo de Trump não comenta se “foi ou não um mau negócio”. “Nos EUA avaliamos se este tipo de investimentos representa riscos para a rede elétrica nacional ou infraestruturas. Mesmo com a manutenção de uma posição de 25% da China Three Gorges na EDP vamos avaliar de perto os riscos”. E se OPA tivesse ido avante isso, o futuro da EDP no mercado americano estaria em risco? “Potencialmente poderia estar, dependendo dos detalhes do negócio”.

Fonte: Eco

epois do secretário norte-americano da Energia, Dan Brouillette, ter dito durante uma visita recente a Portugal que a Administração do Presidente Donald Trump está preocupada e vai analisar o investimento chinês na EDP pela China Three Gorges, sobretudo na EDP Renováveis, o CEO da elétrica António Mexia disse esta quinta-feira na apresentação dos resultados de 2019 que não só os Estados Unidos são um mercado importante para a empresa, mas “a EDP também é um player importante nos EUA” e “importante para as renováveis” do outro lado do Atlântico.

“Os EUA são importantes para a EDP, mas a EDP também é importante para o desenvolvimento das renováveis nos EUA. Isso é reconhecido e apreciado por todos. Já investimos mais de 10 mil milhões de euros no país e estão criadas as condições para que o nosso investimento não seja perdido. É prioritário manter a posição nos EUA, até porque dos 3000 MW que contratámos em 2019, 50% foram nesse mercado. Estamos atentos a todas as nossas obrigações em cumprimento da regulação. Mas estamos confiantes que o nosso crescimento nesta plataforma prioritária não será afetado”, disse Mexia.

De passagem por Portugal, na semana passada, o secretário da Energia dos Estados Unidos, Dan Brouillette, reconheceu que a Administração do presidente norte-americano Donald Trump está a olhar com bastante preocupação para a presença do acionista chinês China Three Gorges na estrutura de capital da EDP, tendo em conta o crescimento da elétrica portuguesa no mercado norte-americano, sobretudo ao nível das energias renováveis.

“É uma empresa fantástica. A preocupação é de que à medida que a EDP continua a crescer nos Estados Unidos, o que esperamos que aconteça, a presença de um acionista chinês possa trazer problemas à medida que o crescimento continue. É isso que vamos avaliar muito diretamente”, garantiu o secretário de Estado da Energia de Trump aos jornalistas em Lisboa, um dia depois de ter visitado o Porto de Sines e ter confirmado o interesse dos Estados Unidos em exportarem gás para a Europa, via Portugal.

O responsável pela Energia no Governo de Trump não esconde também o desejo de ver mais capital americano na EDP, para contrabalançar a presença chinesa. “Espero que as empresas americanas invistam na EDP. São líderes na indústria das renováveis. Queremos vê-los tornaram-se uma parte ainda maior do mercado americano. A estratégia energética do Presidente Trump baseia-se em vários cenários, que incluem não só os combustíveis fósseis, como o petróleo e o gás natural, mas também as energias solar e eólica, onde a EDP é uma grande empresa. No que diz respeito ao investimento chinês na EDP, de facto surge como um problema para nós nos EUA, tendo em conta a abordagem dos chineses em relação ao roubo de propriedade intelectual. Sabemos bem disso, outras nações também sabem, e as minhas conversas aqui em Portugal refletem e reconhecem isso, que os chineses têm sido muito agressivos no roubo de propriedade intelectual, até ao ponto de isso constituir um risco para a rede elétrica americana ou para a defensa nacional. Vamos abordar essas questões de forma direta e agressiva”, disse Brouillett.

Questionado sobre se o Governo Trump tinha ficado aliviado com a rejeição da OPA chinesa à EDP, em 2019, o responsável do Executivo de Trump não comenta se “foi ou não um mau negócio”. “Nos EUA avaliamos se este tipo de investimentos representa riscos para a rede elétrica nacional ou infraestruturas. Mesmo com a manutenção de uma posição de 25% da China Three Gorges na EDP vamos avaliar de perto os riscos”. E se OPA tivesse ido avante isso, o futuro da EDP no mercado americano estaria em risco? “Potencialmente poderia estar, dependendo dos detalhes do negócio”.

epois do secretário norte-americano da Energia, Dan Brouillette, ter dito durante uma visita recente a Portugal que a Administração do Presidente Donald Trump está preocupada e vai analisar o investimento chinês na EDP pela China Three Gorges, sobretudo na EDP Renováveis, o CEO da elétrica António Mexia disse esta quinta-feira na apresentação dos resultados de 2019 que não só os Estados Unidos são um mercado importante para a empresa, mas “a EDP também é um player importante nos EUA” e “importante para as renováveis” do outro lado do Atlântico.

“Os EUA são importantes para a EDP, mas a EDP também é importante para o desenvolvimento das renováveis nos EUA. Isso é reconhecido e apreciado por todos. Já investimos mais de 10 mil milhões de euros no país e estão criadas as condições para que o nosso investimento não seja perdido. É prioritário manter a posição nos EUA, até porque dos 3000 MW que contratámos em 2019, 50% foram nesse mercado. Estamos atentos a todas as nossas obrigações em cumprimento da regulação. Mas estamos confiantes que o nosso crescimento nesta plataforma prioritária não será afetado”, disse Mexia.

De passagem por Portugal, na semana passada, o secretário da Energia dos Estados Unidos, Dan Brouillette, reconheceu que a Administração do presidente norte-americano Donald Trump está a olhar com bastante preocupação para a presença do acionista chinês China Three Gorges na estrutura de capital da EDP, tendo em conta o crescimento da elétrica portuguesa no mercado norte-americano, sobretudo ao nível das energias renováveis.

“É uma empresa fantástica. A preocupação é de que à medida que a EDP continua a crescer nos Estados Unidos, o que esperamos que aconteça, a presença de um acionista chinês possa trazer problemas à medida que o crescimento continue. É isso que vamos avaliar muito diretamente”, garantiu o secretário de Estado da Energia de Trump aos jornalistas em Lisboa, um dia depois de ter visitado o Porto de Sines e ter confirmado o interesse dos Estados Unidos em exportarem gás para a Europa, via Portugal.

O responsável pela Energia no Governo de Trump não esconde também o desejo de ver mais capital americano na EDP, para contrabalançar a presença chinesa. “Espero que as empresas americanas invistam na EDP. São líderes na indústria das renováveis. Queremos vê-los tornaram-se uma parte ainda maior do mercado americano. A estratégia energética do Presidente Trump baseia-se em vários cenários, que incluem não só os combustíveis fósseis, como o petróleo e o gás natural, mas também as energias solar e eólica, onde a EDP é uma grande empresa. No que diz respeito ao investimento chinês na EDP, de facto surge como um problema para nós nos EUA, tendo em conta a abordagem dos chineses em relação ao roubo de propriedade intelectual. Sabemos bem disso, outras nações também sabem, e as minhas conversas aqui em Portugal refletem e reconhecem isso, que os chineses têm sido muito agressivos no roubo de propriedade intelectual, até ao ponto de isso constituir um risco para a rede elétrica americana ou para a defensa nacional. Vamos abordar essas questões de forma direta e agressiva”, disse Brouillett.

Questionado sobre se o Governo Trump tinha ficado aliviado com a rejeição da OPA chinesa à EDP, em 2019, o responsável do Executivo de Trump não comenta se “foi ou não um mau negócio”. “Nos EUA avaliamos se este tipo de investimentos representa riscos para a rede elétrica nacional ou infraestruturas. Mesmo com a manutenção de uma posição de 25% da China Three Gorges na EDP vamos avaliar de perto os riscos”. E se OPA tivesse ido avante isso, o futuro da EDP no mercado americano estaria em risco? “Potencialmente poderia estar, dependendo dos detalhes do negócio”.

epois do secretário norte-americano da Energia, Dan Brouillette, ter dito durante uma visita recente a Portugal que a Administração do Presidente Donald Trump está preocupada e vai analisar o investimento chinês na EDP pela China Three Gorges, sobretudo na EDP Renováveis, o CEO da elétrica António Mexia disse esta quinta-feira na apresentação dos resultados de 2019 que não só os Estados Unidos são um mercado importante para a empresa, mas “a EDP também é um player importante nos EUA” e “importante para as renováveis” do outro lado do Atlântico.

“Os EUA são importantes para a EDP, mas a EDP também é importante para o desenvolvimento das renováveis nos EUA. Isso é reconhecido e apreciado por todos. Já investimos mais de 10 mil milhões de euros no país e estão criadas as condições para que o nosso investimento não seja perdido. É prioritário manter a posição nos EUA, até porque dos 3000 MW que contratámos em 2019, 50% foram nesse mercado. Estamos atentos a todas as nossas obrigações em cumprimento da regulação. Mas estamos confiantes que o nosso crescimento nesta plataforma prioritária não será afetado”, disse Mexia.

De passagem por Portugal, na semana passada, o secretário da Energia dos Estados Unidos, Dan Brouillette, reconheceu que a Administração do presidente norte-americano Donald Trump está a olhar com bastante preocupação para a presença do acionista chinês China Three Gorges na estrutura de capital da EDP, tendo em conta o crescimento da elétrica portuguesa no mercado norte-americano, sobretudo ao nível das energias renováveis.

“É uma empresa fantástica. A preocupação é de que à medida que a EDP continua a crescer nos Estados Unidos, o que esperamos que aconteça, a presença de um acionista chinês possa trazer problemas à medida que o crescimento continue. É isso que vamos avaliar muito diretamente”, garantiu o secretário de Estado da Energia de Trump aos jornalistas em Lisboa, um dia depois de ter visitado o Porto de Sines e ter confirmado o interesse dos Estados Unidos em exportarem gás para a Europa, via Portugal.

O responsável pela Energia no Governo de Trump não esconde também o desejo de ver mais capital americano na EDP, para contrabalançar a presença chinesa. “Espero que as empresas americanas invistam na EDP. São líderes na indústria das renováveis. Queremos vê-los tornaram-se uma parte ainda maior do mercado americano. A estratégia energética do Presidente Trump baseia-se em vários cenários, que incluem não só os combustíveis fósseis, como o petróleo e o gás natural, mas também as energias solar e eólica, onde a EDP é uma grande empresa. No que diz respeito ao investimento chinês na EDP, de facto surge como um problema para nós nos EUA, tendo em conta a abordagem dos chineses em relação ao roubo de propriedade intelectual. Sabemos bem disso, outras nações também sabem, e as minhas conversas aqui em Portugal refletem e reconhecem isso, que os chineses têm sido muito agressivos no roubo de propriedade intelectual, até ao ponto de isso constituir um risco para a rede elétrica americana ou para a defensa nacional. Vamos abordar essas questões de forma direta e agressiva”, disse Brouillett.

Questionado sobre se o Governo Trump tinha ficado aliviado com a rejeição da OPA chinesa à EDP, em 2019, o responsável do Executivo de Trump não comenta se “foi ou não um mau negócio”. “Nos EUA avaliamos se este tipo de investimentos representa riscos para a rede elétrica nacional ou infraestruturas. Mesmo com a manutenção de uma posição de 25% da China Three Gorges na EDP vamos avaliar de perto os riscos”. E se OPA tivesse ido avante isso, o futuro da EDP no mercado americano estaria em risco? “Potencialmente poderia estar, dependendo dos detalhes do negócio”.