Um grupo chinês liderado pela China State Construction Engineering ( CSCEC ), a maior empresa de construção do mundo, estará entre os interessados na compra da Brisa , avançou a Bloomberg, citando fontes próximas do processo. Contactado pelo Expresso, o porta-voz do grupo José de Mello não quis fazer qualquer comentário sobre o assunto.
O gigante público da construção formou um consórcio com o fundos chineses CNIC e o Fundo de Cooperação e Desenvolvimento entre a China e os Países de Língua Portuguesa, acrescenta a agência financeira.
Na corrida à compra da participação de 80% ddetida pelo Grupo Mello e pelo fundo Arcus na concessionária de autoestradas, um negócio que poderá ultrapassar os 3 mil milhões de euros, estarão também as operadoras espanholas Global Via e Abertis – esta em consórcio com o fundo soberano de Singapura, GIC – , os japoneses da Marubeni. A Bloomberg acrecenta ainda que entre os potenciais interessados estarão também os fundos como os franceses da Ardian ou os australianos da Macquarie.
Segundo as mesmas fontes, a gestão tem feito apresentações sobre a empresa e os potenciais interessados deverão fechar as suas propostas nas próximas semanas. O negócio deverá estar até julho.
O Expresso soube que o interesse no que será o maior negócio do ano no setor de autoestradas tem levado os candidatos a apresentar “propostas muito interessantes”, o que terá levado os vendedores a aumentarem o número de candidatos admitidos à short-list.
A Brisa assegura a operação de uma rede viária de mais de 1 600 km em Portugal que inclui 17 autoestradas.
Fonte: Expresso




