Um retrato rápido do sector da suinicultura em Portugal mostra que a carne de porco representa quase 40% do consumo total de carne do país, cada habitante come, em média, 44 kg de porco por ano e a fileira produz 366 mil toneladas de carne, contribuindo para o produto interno bruto nacional com um volume de negócio agregado superior a dois mil milhões de euros.
São 201 mil produtores e 80 mil trabalhadores, 39 mil exportações, 368 empresas industriais de carne. São, também, 4,2 milhões de porcos e 1,3 milhões de leitões abatidos anualmente numa fileira que representa 7,8% da produção agrícola e 21,2% da produção animal portuguesas.
Nas exportações, a suinicultura portuguesa vale 135 milhões de euros (70,5 mil toneladas) e chega a 25 países. Em 2016, o valor rondou os €170 milhões, mas com o fecho do mercado da Venezuela e a instabilidade em Angola, as vendas ao exterior caíram nos dois anos seguintes, fechando 2018 nos €100 milhões.
Com a abertura da China aos porcos lusos, os negócios na frente externa voltaram, no entanto, a ganhar gás (135 milhões) e para 2020 o sector assume a expetativa de reaproximação ao registo de 2016.
Em 2019, a suinicultura lusa exportou 15 milhões de carne de porco para a China e este ano, em cinco meses, superou os €10,6 milhões. “Comparando com o período homólogo do ano passado crescemos 654%. Como o arranque da operação para a China foi só no início do ano passado, sabemos que este crescimento homólogo se torna mais acentuado, mas olhando para o conjunto do ano,esperamos duplicar as exportações para o mercado chinês em 2020”, afirma Vítor Menino.
Nos primeiros meses do ano, “o sector agroalimentar foi a única indústria a aumentar as exportações (0,3%), com a suinicultura a destacar-se e a crescer 41,3% face ao mesmo período de 2019”, destaca o diretor do Aligrupo, que junta 28 suinicultores.
Por destinos, Angola é o maior mercado não comunitário, seguido da China, Cabo Verde e Japão. Na União Europeia, o protagonismo é de Espanha, que absorve 43% dos produtos expedidos.
Nas exportações, a suinicultura portuguesa vale 135 milhões de euros (70,5 mil toneladas) e chega a 25 países. Em 2016, o valor rondou os €170 milhões, mas com o fecho do mercado da Venezuela e a instabilidade em Angola, as vendas ao exterior caíram nos dois anos seguintes, fechando 2018 nos €100 milhões.
Com a abertura da China aos porcos lusos, os negócios na frente externa voltaram, no entanto, a ganhar gás (135 milhões) e para 2020 o sector assume a expetativa de reaproximação ao registo de 2016.
Em 2019, a suinicultura lusa exportou 15 milhões de carne de porco para a China e este ano, em cinco meses, superou os €10,6 milhões. “Comparando com o período homólogo do ano passado, crescemos 654%. Como o arranque da operação na China foi no início do ano passado e, nessa altura, os números eram naturalmente pouco expressivos, esta evolução torna-se mais acentuada, como mostra a percentagem. De qualquer forma, em 2020 esperamos duplicar as exportações para o mercado chinês”, afirma Vítor Menino.
Nos primeiros meses do ano, “o sector agroalimentar foi a única indústria a aumentar as exportações (0,3%), com a suinicultura a destacar-se e a crescer 41,3% face ao mesmo período de 2019”, destaca o diretor do Aligrupo, que junta 28 suinicultores.
Por destinos, Angola é o maior mercado não comunitário, seguido da China, Cabo Verde e Japão. Na União Europeia, o protagonismo é de Espanha, que absorve 43% dos produtos expedidos.
Fonte: Expresso




