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Mota-Engil assina contrato de 200 milhões para construir primeira fase da gigafábrica da Calb em Sines

Mota-Engil assina contrato de 200 milhões para construir primeira fase da gigafábrica da Calb em Sines
Publicado em 29 Maio, 2026
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A Mota-Engil assinou um contrato de 207,3 milhões de euros, com duração de 22 meses, para a construção da primeira fase da gigafábrica da Calb, em Sines, adiantou a empresa em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Segundo o mesmo comunicado, o contrato, com uma duração estimada de 22 meses, contempla uma área de intervenção de, aproximadamente, 17 hectares e uma área de construção de cerca de 62.000 m2 que incluirá diversos edifícios, “como oficinas, uma estação de redução de tensão, um edifício associado à central elétrica integrada, uma área de armazenamento de produtos químicos, uma área de armazenamento de NMP, uma estação de resíduos sólidos, uma estação de lixo, uma estação de esgotos e portarias”.

A Mota-Engil ficará, assim, responsável pela construção de estruturas de edifícios, de instalações especiais, a instalação de diversos equipamentos para a fábrica e a instalação de cablagem secundária para alguns desses equipamentos.

Com sede em Changzhou, a empresa chinesa vai começar a construir, este ano, uma fábrica de baterias de lítio de última geração em Sines. A unidade de produção da CALB, no litoral alentejano, deverá criar 1.800 empregos diretos e ter um impacto significativo na economia portuguesa, podendo representar mais de 4% do PIB nacional quando atingir a capacidade total de produção de baterias de iões de lítio, que são essenciais para o desenvolvimento do mercado europeu de veículos elétricos.

Com a assinatura de mais este contrato, a construtora da família Mota, que alcançou um resultado líquido de 35 milhões de euros entre janeiro e março, reforça a carteira de encomendas em Portugal, “contribuindo para o posicionamento de Portugal e do Grupo enquanto dinamizadores e executantes de projetos sustentáveis e de transformação digital”, conclui a construtora.

Fonte: ECO