O PS vai mesmo acabar com o investimento em imobiliário dos vistos gold em Lisboa e no Porto, limitando-o às Comunidades Intermunicipais do Interior e às regiões autónomas. É um golpe duro neste instrumento que tem trazido muito investimento aos grandes centros urbanos mas também tem contribuído para aumentar o preço das casas.
Estamos a entrar no Ano Novo Chinês, o Ano do Rato, que, de acordo com a cultura chinesa, significa que vamos começar um ano de prosperidade, oportunidade e renovação, três pilares que podem significar bons auspícios para a relação entre Portugal e China.
Isabel dos Santos quer vender os 42,5% que tem no EuroBic, numa altura em que os investidores angolanos do Atlântico e do BNI Europa estão a alienar as suas posições a grupos da China continental e de Hong-Kong.
Augusto Santos Silva recusa a ideia de que há um domínio indevido do investimento chinês em Portugal
Em entrevista ao PONTO FINAL, o gestor João Marques da Cruz, que vive entre Hong Kong, onde está sediado, Macau, Pequim, e Lisboa, diz que é impensável avançar agora para o sufrágio universal. Ter-se-á de esperar pelo menos uma década. Defende que a situação na cidade permanece tensa, mas mais calma depois da ocupação da Universidade Politécnica — que considera ter aumentado a animosidade da população em relação aos manifestantes — e das eleições, que decorreram com normalidade.
Num ano marcado pela tensão comercial, metalurgia lusa perde terreno nos EUA e China. Sapatos têm “melhor registo de sempre” nos dois países
Europa teme tornar-se novo alvo da política comercial de Trump, agora que os EUA estabeleceram uma trégua com a China. A principal ameaça: o agravamento das taxas alfandegárias sobre as importações de automóveis.
Com pompa na Casa Branca, na presença de Liu He, o homem forte da política económica da China, o presidente norte-americano acordou esta quarta-feira uma "primeira fase" de desanuviamento na guerra comercial entre as duas superpotências. A "segunda fase" fica ao sabor da campanha eleitoral nos EUA até novembro
A imprensa estatal chinesa lembra que a assinatura do acordo “não é um seguro contra todos os riscos”. Há a “perceção” de que, se o texto não for respeitado, isso comprometerá a próxima fase do acordo e levará automaticamente a novas tensões. Ainda assim, celebra-se um acordo alcançado após uma “dura luta”, que se prolonga desde o verão de 2018
Se aparecer uma pessoa em Portugal tida como suspeita de possuir o novo vírus com origem na China, o que se faz? Que testes se realizam? Pode haver transmissão humano a humano? O que se deve fazer em caso de viagem à China? Raquel Guiomar, responsável pelo Laboratório Nacional de Referência para o Vírus da Gripe e Outros Vírus Respiratórios do Instituto Ricardo Jorge, explica tudo o que é preciso saber. Não há razões para alerta mas há motivos para estarmos informados

