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Voar para a China? Governo diz que há companhias interessadas em garantir a rota

Voar para a China? Governo diz que há companhias interessadas em garantir a rota
Publicado em 27 Setembro, 2018
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Numa entrevista à TSF, no dia mundial do Turismo, o ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral revela que a desistência da companhia chinesa Beijing Capital Airlines, ligada ao grupo HNA, da rota para Lisboa pode vir a ser compensada com “duas companhias” interessadas nesta percurso aéreo.

O grupo aeronáutico de origem chinesa HNA detém 11,5% da Atlantic Gateway, de Humberto Pedrosa e de David Neeleman, (dona de 45% da TAP). Assim, a HNA tem uma posição indireta de 5,2% da TAP.

A informação da companhia de aviação chinesa Beijing Capital Airlines sobre os voos entre a China e Portugal indica que o último voo entre Pequim e Lisboa está agendado para 14 de outubro, mas não é adiantada qualquer nova data para o recomeço desta rota.

Aos clientes a companhia justificou a interrupção dos voos, que arrancaram a 26 de julho de 2017, com “razões operacionais”.

Confrontado com esta situação o ministro da Economia assume que “há uma companhia que está com alguns problemas mas há outras duas companhias que estão interessadas em ter esse voo”.

Manuel Caldeira Cabral dá importância as ligações diretas com o oriente para captar um mercado turístico que ainda não descobriu Portugal. Por isso, “o que queremos é que se mantenha ou até se reforce a ligação a Pequim. Era essa a perspetiva em que estávamos a trabalhar. As ligações diretas à China”, conclui.

TSF