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PLMJ leva Portugal, Angola e Moçambique à China através da docQbot

PLMJ leva Portugal, Angola e Moçambique à China através da docQbot
Publicado em 11 Outubro, 2018
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A PLMJ foi convidada pela China Going Think-Tank (CGGT) para participar como parceira exclusiva para os mercados de Portugal, Angola e Moçambique no desenvolvimento da primeira plataforma docQbot, projetada para produzir contratos bilingues adaptados à lei local num curto espaço de tempo.

A CGGT foi fundada pelo managing partner international da firma chinesa Zhong Lun Law Firm, de Pequim, Robert Lewis, sendo esta a sociedade de advogados também responsável pelo apoio jurídico da plataforma na China.

Inicialmente orientada para a tradução de contratos-base em chinês e inglês, a plataforma encontra-se a ser estruturada junto de sociedades de advogados líderes em mais de 100 países dos cinco continentes, no sentido de adaptá-la à lei local.

A associada coordenadora da PLMJ China Desk, Rita Assis Ferreira, é responsável pela localização dos documentos relativos a investimentos em Portugal, Angola e Moçambique, que procuram prevenir os receios e equívocos mais usuais dos investidores chineses nos mercados que desconhecem.

“Esta plataforma eletrónica de documentos pretende facilitar toda uma vasta gama de transações comerciais e investimentos relacionados com a China. Um modelo docQbot pode criar até milhões de diferentes contratos de rascunho bilíngues personalizados em apenas alguns minutos”, explica a advogada em declarações enviadas à Advocatus. “Ora, isso significa a diminuição de tantos constrangimentos logísticos e temporais que ainda se verificam e que limitam a conclusão de inúmeros negócios“.

Este projeto da CGGT foi apresentado em Pequim em maio e conta já com um forte apoio das autoridades governamentais. As primeiras reações ao docQbot sugerem uma vasta procura por contratos de alta qualidade também à escala global.

Em Portugal, a preparação de documentos já envolveu uma vasta equipa de especialistas de PLMJ nas mais diversas áreas, sob a coordenação de Luís Sáragga Leal e de Rui Moura.

ECO Economia Online