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Fim da OPA à EDP “não” põe em causa relação entre Portugal e a China

Fim da OPA à EDP “não” põe em causa relação entre Portugal e a China
Publicado em 15 Abril, 2019
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“Desde que a massa crítica acionista, que está representada no conselho e que tem garantido a estabilidade da EDP ao longo da última década, se mantenha, não vejo que qualquer ativista possa perturbar significativamente a vida da empresa”, afirmou Luís Amado durante a entrevista ao Negócios e à Antena 1.

Mesmo que a oferta pública de aquisição (OPA) lançada pela China Three Gorges (OPA) não tenha sucesso, a parceria entre Portugal e a China não deverá ser abalada. Esta é a convicção do presidente do conselho geral e de supervisão da EDP. No que toca à entrada do fundo Elliott no capital da EDP, não demonstra grandes preocupações até porque acredita que se trata de uma situação “transitória”.

A assembleia geral de acionistas de 24 de abril pode ser importante para o futuro da OPA caso o ponto da desblindagem dos estatutos seja chumbado…
Não necessariamente, depende… há vários cenários possíveis. Mas eu não poderei falar sobre isso, estou inibido de falar sobre questões que têm a ver com a oferta. Isso depende da vontade do acionista que lançou a oferta e depende das circunstâncias, designadamente dos constrangimentos que o seu prospeto de oferta estabeleceu desde o início.

Leia o artigo completo no Jornal de Negócios